Agentes de IA: quando usar e quando um fluxo simples resolve
Agente é a resposta certa para uma classe estreita de problemas. Este é o critério que usamos para decidir entre agente, fluxo determinístico e chamada única de modelo.
“Agente” virou nome comercial para qualquer coisa que use um modelo de linguagem. Na prática, agente é um sistema que decide sozinho quais passos executar. Essa autonomia resolve problemas específicos — e cria outros.
Três arquiteturas, três custos
- Chamada única: entrada previsível, saída curta. Barato, testável, fácil de monitorar.
- Fluxo determinístico com etapas de IA: o caminho é definido por você; o modelo resolve trechos. Cobre a maioria dos casos corporativos.
- Agente com ferramentas: o modelo escolhe o caminho. Necessário quando o número de caminhos possíveis é grande e imprevisível.
O que agentes exigem que fluxos não exigem
- Limites duros de execução: número de passos, tempo e custo por tarefa.
- Permissões estreitas por ferramenta — um agente com acesso amplo é um incidente esperando data.
- Rastro completo de decisões, para conseguir explicar o que aconteceu depois.
- Critério de desistência: quando o agente deve parar e chamar uma pessoa.
const limits = {
maxSteps: 8,
maxCostUsd: 0.25,
timeoutMs: 30_000,
onExceeded: "handoff", // devolve para revisão humana
} as const;Sem esses limites, o comportamento em produção é imprevisível não porque o modelo é ruim, mas porque o espaço de decisão é infinito.
Como decidimos em projeto
Começamos pelo fluxo determinístico e só promovemos para agente o trecho que comprovadamente precisa decidir. Isso mantém a maior parte do sistema testável e concentra o risco em uma fronteira pequena.
Receba a AI Expanda News
Análises sobre IA aplicada, produto e automação. Sem hype, sem spam — você pode sair quando quiser.
